Adriano Ribeiro Espinosa foi condenado a 67 anos de prisão em regime fechado por matar três pessoas após incendiar uma residência no Jardim Columbia, em Campo Grande, em outubro de 2014.
O julgamento aconteceu na tarde de quarta-feira (20), no Tribunal do Júri da Capital.
Segundo a decisão, Adriano foi condenado a 18 anos de prisão pela morte de Hélio Queiroz Neres e outros 18 anos pela morte de Lucinda Ferreira Torres. Pela morte da ex-companheira, Edna Rodrigues de Souza, a pena foi fixada em 12 anos. O réu também recebeu condenação de um ano por envolver um menor de idade na prática do crime.
As penas somadas totalizam 67 anos de prisão, que deverão ser cumpridos em regime fechado, já que os crimes foram classificados como hediondos.
De acordo com o processo, Adriano ateou fogo na casa onde estavam a ex-companheira, o atual namorado dela e uma amiga da mulher. Uma quarta vítima sobreviveu, mas sofreu lesões gravíssimas e ficou com deformidades permanentes.
O crime ocorreu na noite de 13 de outubro de 2014. Conforme as investigações, antes do incêndio, Adriano teria discutido com a ex-companheira em via pública. Testemunhas relataram que ele ameaçou comprar gasolina e incendiar o imóvel.
Lucinda Ferreira Torres, que não morava na residência, estava no local visitando Edna quando o incêndio começou. Ela morreu asfixiada pela fumaça e sofreu diversas queimaduras pelo corpo.
Após o crime, Adriano permaneceu foragido por 11 anos e foi preso apenas em março de 2025, em Maracaju. Desde então, segue custodiado no sistema penitenciário de Mato Grosso do Sul.
• • • • •
• Junte-se à comunidade Capital News!
Acompanhe também nas redes sociais e receba as principais notícias do MS onde estiver.
• • • • •
• Participe do jornalismo cidadão do Capital News!
Pelo Reportar News, você pode enviar sugestões, fotos, vídeos e reclamações que ajudem a melhorar nossa cidade e nosso estado.

