Por dois votos a um, os desembargadores reconheceram a competência do juiz de Sidrolândia em julgar pela manutenção da operação que prendeu o vereador Claudinho Serra (PSDB) por corrupção. O relator e mais um desembargador votaram pela manutenção da operação
Assim, serão mantidas as decisões já tomadas pelo juiz Fernando Moreira Freitas da Silva, que continua à frente do processo.
Por unanimidade, os desembargadores mantiveram a liberdade com uso de tornozeleira eletrônica para Claudinho Serra. A decisão sobre a liminar também ocorreu no julgamento desta terça-feira (9).
Serra, que é vereador licenciado em Campo Grande, foi preso no dia 3 de abril deste ano. Claudinho deixou a cadeia com tornozeleira, mas terá que comparecer mensalmente em juízo para comprovar o endereço atual e suas atividades; não poderá frequentar bares ou restaurantes e nem locais de aglomeração de pessoas, nem ingerir bebida alcoólica. Também não poderá se aproximar das testemunhas e precisará comparecer a todos os atos processuais dos quais for intimado.
Claudinho é acusado de chefiar a suposta organização criminosa. A servidora Ana Cláudia Flores, uma das oito presas pelo Gaeco na terceira etapa da operação, aceitou um acordo para delação com esclarecimentos solicitados e indicando outras pessoas que também estariam envolvidas no esquema.
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Rui Carmo Silva Barbosa 10/07/2024
Se fosse ladrão de galinha estaria preso preventivamente, mas como se trata de ladrão de dinheiro público recebe o benefício da tornozeleira eletrônica...
1 comentários