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Rogério de Andrade que veio transferido de Bangu, é apontado como responsável pelo assassinato de outro contraventor, que era da sua família
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, em 12 de setembro, manter o contraventor Rogério de Andrade no presídio federal de segurança máxima de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul.
Na decisão, o tribunal considerou necessária a permanência de Rogério de Andrade no sistema penitenciário federal para evitar que ele exerça influência no Rio de Janeiro. O STJ também acolheu recurso especial apresentado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e derrubou acórdão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), que havia determinado a transferência do contraventor para o sistema penitenciário fluminense.
Acusado de mandar matar rival
Rogério de Andrade foi denunciado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do MPRJ, pelo homicídio qualificado de Fernando Ignácio, ocorrido em novembro de 2020. Segundo as investigações, ele seria o mandante do assassinato.
Nesta semana, a Justiça também decidiu que o contraventor será submetido a júri popular pelo caso. A defesa de Rogério de Andrade sustenta sua inocência nas acusações.
Ele está preso no presídio federal de segurança máxima de Campo Grande desde novembro de 2024.
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