Campo Grande Quarta-feira, 12 de Junho de 2024


Luis Fernando Buainain Segunda-feira, 27 de Dezembro de 2010, 16:00 - A | A

Segunda-feira, 27 de Dezembro de 2010, 16h:00 - A | A

Grandes vitórias...

Luiz Fernando Buainain

Grandes vitórias...

Empresários brasileiros se reuniram na Federação das Industriais do Estado de São Paulo (Fiesp) no início de dezembro e lançaram um movimento pela modernização da gestão do governo federal. O setor produtivo quer um “Brasil S/A” eficiente, da educação à saúde, com investimentos na infraestrutura.

Na opinião do empresariado brasileiro, "Se não administrarmos o País como uma grande empresa competitiva, começamos a perder produtividade, começamos a importar mais do que exportar, e isso terá um custo, principalmente para o trabalhador brasileiro. É fundamental que se acabe com a burocracia, que se revise o contexto político para aplicar um planejamento global que pense no Brasil e não em um ou outro setor da economia. Temos que olhar para o Brasil como um todo, e isso depende fundamentalmente de um governo eficiente".

Eficiência, no mínimo, é o que o empresariado espera dos novos governos – da União e dos Estados – a partir de janeiro de 2011. O cenário presente e futuro para o setor produtivo é dos mais promissores, especialmente para o comércio varejista, mas o respaldo do governo é fundamental em situações que dependem do setor público para que as empresas não tenham surpresas desagradáveis, como é o caso da volta da famigerada CPMF.

A expectativa do mercado financeiro é que a Selic suba apenas em janeiro, elevando-se gradualmente depois e chegando a 12,25% no final de 2011. Os economistas acreditam que a decisão de manter ou aumentar levemente a taxa, em no máximo 0,25 ponto percentual, vem em razão das medidas macroprudenciais para conter o crédito, anunciadas recentemente pelo BC.

A aprovação do Cadastro Positivo, mecanismo que separa os bons dos maus pagadores, é outro ponto positivo para o fortalecimento do setor comercial em 2011, apesar de não estar ainda regulamentado.

Essa ferramenta reduz o risco para quem oferta crédito e aumentam as vantagens para os bons pagadores, que podem ter acesso a taxas menores.

Finalmente, o Natal deste ano promete ser o melhor da década, com vendas em alta e expectativa de fechamento com crescimento acima de 10% em relação ao movimento de 2009. Se essa meta for comprovada, o comércio manterá o ritmo acelerado em 2011, com destaque para os novos investimentos previstos para serem inaugurados em Campo Grande – dois novos shopping centers e redes de varejo já consolidadas em outros grandes centros.

Desejamos a todos um Ano Novo repleto de grandes realizações, sob as graças de Deus.

Comente esta notícia


Reportagem Especial LEIA MAIS