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Política Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2022, 10:32 - A | A

Quinta-feira, 15 de Dezembro de 2022, 10h:32 - A | A

Incerteza

Sem futuro exato, Simone Tebet se despede do Senado

Simone faz última discurso e pede pelas mulheres e por mais amor

Juliana Fernandes
Capital News

Roque de Sá/Agência Senado

Sem futuro exato, Simone Tebet se despede do Senado

Nomeação deve vir nas próximas semanas

Com a aproximação da entrega de mandato a senadora Simone Tebet (MDB), discursou nesta última quarta-feira (14), e com tom de incerteza afirmou não se despedir da política mas ainda não se sabe qual será suas próximas atuações como se previa a ida dela para o ministério de Assistêncai Social de Lula.

 

“Me despeço do Senado, mas não da vida pública. Não sei onde a vida vai me levar, mas farei política enquanto viver. Lutarei e continuarei a lutar por um Brasil sem fome e sem miséria, que nos devolva a cidadania”, declarou a senadora cotada para assumir o Ministério Social de Lula. 

 

Após os holofotes conquistados pela senadora do Mato Grosso do Sul logo após a vitória de Lula, com direito a matéria especial no Fantástico rendeu um incômodo  que gerou um “esfriamento”, e não se sabe qual será a função que o presidente eleito irá acomodar a ex-candidata a presidência que defendeu Lula no segundo turno. 

 

Simone em seu discurso também exaltou a necessidade de se olhar para as mulheres que fazem política. “É preciso fazer com que o livro volte para o lugar das armas, a esperança ocupe o lugar da iniquidade, a verdade varra definitivamente a mentira, o ouvido conciliador volte a ocupar o lugar do hoje grito de ordem, que o diálogo assume o lugar do ditado, para que o amor tome o lugar do ódio”, defendeu Simone.

 

— Nossa missão é garantir que os direitos mais sagrados, invioláveis, individuais, fundamentais, como direito à vida, à liberdade, à igualdade e à propriedade, não sejam apenas de poucos, mas de todos. Ao longo da minha caminhada, aprendi que não se luta apenas para vencer. Confesso aqui que ganhei muito mais nas vezes em que perdi as batalhas. Mas, se a gente luta, é para defender projetos, para disseminar ideias, para iluminar caminhos, para plantar boas sementes para ter uma colheita coletiva no futuro. Eu não posso negar que, em determinados momentos, eu fui ao limite da minha capacidade física e mental — afirmou a MDBista.

 

 

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