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Política Quarta-feira, 16 de Novembro de 2016, 16:24 - A | A

Quarta-feira, 16 de Novembro de 2016, 16h:24 - A | A

Audiência pública

Campo Grande deve arrecadar 553 milhões a menos do que o previsto em 2016

Audiência pública revela crise no orçamento da Cidade

Flavia Andrade e Wendell Reis
Capital News

Wendell Reis/Capital News

Campo Grande deve arrecadar 553 milhões a menos do que o previsto em 2016

Campo Grande deve arrecadar 553 milhões a menos do que o previsto em 2016

Durante a audiência pública que acontece na Câmara Municipal da Capital, o Secretário Municipal de Planejamento, Finanças e Controle, Disney de Souza Fernandes, revelou que a previsão do orçamento para 2016 é arrecadar R$ 553.073,00 milhões a menos do que o previsto.

O alerta aos vereadores foi de que é necessário tomar muito cuidado com o próximo orçamento, para que não crie expectativas em cima de um determinado valor, que talvez não seja arrecadado.

Em 2014, durante a gestão do Gilmar Olarte, o orçamento previsto era de R$ 380 milhões, porém não foi atingido. Já em 2015, a Capital conseguiu arrecadar apenas 73% do valor estimado para o ano que era R$ 955 milhões.

Orçamento menor do que o previsto
2016 R$ 554 milhões
2015 R$ 955 milhões
2014 R$ 380 milhões
2013 R$ 462 milhões
2012 R$ 121 milhões
2011 R$ 86 milhões

 

Este já é o terceiro ano em que os orçamentos não são alcançados, o que frustra a gestão ao realizar o balanço geral do que foi previsto. Os vereadores tem até o dia 30 de novembro para mexer e concluir o orçamento e até o dia 22 de dezembro de 2016 para realizar a votação.

A gestão atual está disposta a rever a situação e fazer ajuste pra não haver frustração em relação ao orçamento e negou que a saúde terá redução de ajustes, o que foi acordado em reunião é de que haverá uma redução de 2%, do valor que irá sair do caixa da prefeitura, porém a Saúde continuará a receber os 7% de aumento no valor total do que é destinado.

Eduardo Romero relator do orçamento disse que “a cidade está saindo de matrizes e tem que fazer orçamento com pé no chão pra não criar ilusões de conseguir ou não realizar o que foi previsto em votação”. 

 

Algumas demandas que podem ser analisadas como, pisos de educação e cultura que são pequenas, mas somadas geram grandes desafio, para que se realizem essas análises é necessário saber, quais as prioridades da nova gestão pra mexer no orçamento. 

 

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A audiência pública tem presença de todos os vereadores, o Secretário Municipal de Planejamento, Finanças e Controle, Disney de Souza Fernandes e os três representantes da Equipe de Transição do Prefeito Eleito Marquinhos Trad, a presença do prefeito eleito é esperada até o fim da audiência.

 

 

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