A Câmara Municipal de Campo Grande (MS) divulgou nota afirmando que não participou das discussões sobre o reajuste do IPTU 2026. O Legislativo informou que não foi consultado pela Prefeitura e cobrou explicações detalhadas sobre a metodologia usada no cálculo dos novos valores e sobre a redução do desconto para pagamento à vista.
Entre as mudanças decretadas pela prefeita Adriane Lopes (PP) está a diminuição do desconto para quem paga o imposto à vista. O abatimento, que era de 20%, passará a ser de 10% no próximo ano, o que gerou críticas e questionamentos de vereadores e contribuintes.
O aumento do IPTU também foi contestado pela Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL). Em nota, a entidade afirmou que, apesar de o decreto prever correção de 5,32%, equivalente à inflação, há relatos de reajustes que variam de 20% a quase 400% em relação ao valor pago em 2025.
Diante da repercussão, a Câmara Municipal anunciou a criação de uma equipe técnica especializada para analisar os critérios adotados pela Prefeitura. O Legislativo também enviará ofício cobrando esclarecimentos formais e destacou que exige informações “de forma clara, acessível e transparente” à população.
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