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Judiciário Quarta-feira, 07 de Agosto de 2024, 14:12 - A | A

Quarta-feira, 07 de Agosto de 2024, 14h:12 - A | A

Supremo Tribunal Federal

Marco Temporal: CNA defende constitucionalidade

Governador Eduardo Riedel e a senadora Tereza Cristina participaram da reunião

Elaine Oliveira
Capital News

Famasul

Em audiência no Supremo, CNA defende constitucionalidade da lei do marco temporal

Em audiência no Supremo, CNA defende constitucionalidade da lei do marco temporal

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil participou, na segunda-feira (5), no Supremo Tribunal Federal, da primeira reunião da Comissão Especial de Conciliação que irá debater as ações que envolvem o marco temporal.

A Comissão foi criada pelo ministro Gilmar Mendes, relator de cinco ações sobre a constitucionalidade da Lei 14.701/2023, que estabeleceu o marco temporal para a demarcação de terras indígenas no ano passado.

“Nós continuamos com a mesma intenção: de que se cumpra a lei 14.701 e a temporalidade das áreas invadidas. O acerto tem que começar por essa temporalidade. É o que nós estamos trabalhando e esperamos que seja o caminho da consideração e da paz no campo”, disse o presidente da Comissão Nacional de Assuntos Fundiários da CNA, Marcelo Bertoni.

O marco temporal define a demarcação de novas terras indígenas e vale para áreas ocupadas até 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal. A CNA é a favor do marco temporal. A previsão é que os trabalhos dessa Comissão sejam concluídos em dezembro.

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