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Executivo Segunda-feira, 20 de Maio de 2024, 08:57 - A | A

Segunda-feira, 20 de Maio de 2024, 08h:57 - A | A

Aumento

Campo Grande supera a média nacional e registra taxa de alfabetização 97,09%

Taxa de não alfabetizados recuou de 5,01%

Elaine Oliveira
Capital News

A taxa de alfabetização em Campo Grande alcança 97,09% da população e supera a média nacional que é de 93%. A taxa de não alfabetizados em Campo Grande recuou de 5,01% para 2,91%, bem abaixo da média do País, que passou de 9,6% para 7%.

De acordo com os dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), os dados do Panorama da Educação Básica do Censo 2022 mostram que, entre 2010 e 2022, na Capital, um total de 692.545 pessoas acima de 15 anos são alfabetizadas.

Quando comparado a outras cidades do país, os dados são positivos e demonstra que a Prefeitura de Campo Grande por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed) está avançando diariamente na educação básica, com programas, planejamento técnico e investimentos na educação. Isso garante uma boa qualidade na educação infantil e no ensino fundamental, garantindo que esses jovens cheguem ao ensino médio com bons resultados.

A Capital também possui um índice de alfabetizados superior ao estadual, que marcou 94,6% da população de Mato Grosso do Sul alfabetizada e uma taxa de 5,39% de não alfabetizados. Os dados do Censo 2022 ainda mostram que a taxa de alfabetização por gênero é praticamente estável em Campo Grande, sendo 97,27% entre homens e 96,94% entre mulheres.

Um índice importante sobre a população indígena da Capital é que a alfabetização atinge 96,85% dos homens e 94,93% das mulheres. Em Mato Grosso do Sul, 88,42% dos homens indígenas e 84,92% das mulheres indígenas são alfabetizados.

Campo Grande também apresenta taxas superiores de alfabetização populacional nos recortes por idade. Entre a população alfabetizada de 15 a 19 anos, o percentual é de 99,16%, enquanto no Estado é de 98,97%. Os dados da população de 80 anos ou mais mostram que a Capital possui 83,02% de alfabetizados, enquanto o Estado tem 71,32%. Exceto pela população idosa, a Capital se mantém acima dos 90% em todas as outras faixas etárias.

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