A produção de carne suína deve atingir o ponto mais alto do ano entre julho e setembro, segundo estimativas do Cepea elaboradas a partir de dados preliminares do IBGE. O aumento da oferta pode influenciar o comportamento dos preços nos últimos meses de 2026, período em que tradicionalmente há valorização da proteína.
De acordo com o Centro de Pesquisas, o terceiro trimestre costuma concentrar a maior produção de carne suína, já que os produtores se preparam para atender ao crescimento da demanda no fim do ano, tanto no mercado brasileiro quanto no exterior. A tendência deve se repetir em 2026.
Apesar da expectativa de maior consumo nos próximos meses, a possível sobreoferta pode limitar os avanços das cotações. O Cepea destaca que o mercado independente já apresenta excesso de oferta em boa parte do ano, cenário que vem pressionando os preços dos animais e dos cortes.
Tradicionalmente, os valores da carne suína ganham força no fim do ano, impulsionados pelo aumento da demanda. No entanto, caso o volume de animais e de carne disponível permaneça elevado, a reação dos preços pode ser mais moderada em 2026.
Para os pesquisadores do Cepea, o equilíbrio entre oferta e demanda será determinante para definir o comportamento das cotações nos próximos meses.
• • • • •
• Junte-se à comunidade Capital News!
Acompanhe também nas redes sociais e receba as principais notícias do MS onde estiver.
• • • • •
• Participe do jornalismo cidadão do Capital News!
Pelo Reportar News, você pode enviar sugestões, fotos, vídeos e reclamações que ajudem a melhorar nossa cidade e nosso estado.

