Os senadores classificaram a nova lei agrícola como um instrumento necessário para ajudar na construção da indústria de etanol de celulose, expandir os programas de alimentação e nutrição, dar apoio aos produtores de frutas e vegetais e fortalecer o sistema de subsídios dos produtores de milho, soja, trigo e outras commodities.
Mas oponentes como o senador republicano Judd Gregg, de New Hampshire, afirmam que a nova lei tem um custo muito alto e ainda concederia subsídios a produtores que não precisam do apoio governamental. Gregg elaborou um relatório em que aponta que os "fazendeiros norte-americanos nunca estiveram em situação melhor" e que a "receita do setor agrícola é projetada em mais de US$ 92,3 bilhões neste ano, valor 51% maior que a média dos últimos dez anos. Os fazendeiros estão tendo receitas e retorno de investimentos quase recordes".
Entretanto, os opositores à nova Farm Bill são minoria no Congresso. Ontem, a Câmara aprovou a lei por 318 a 106 votos.
Os congressistas recusaram-se a cortar os subsídios agrícolas, como havia pedido a administração Bush, o que suscitou críticas do secretário Ed Schaffer, do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), após a aprovação da lei ontem. "Em um período de receita recordes dos fazendeiros, a lei envia mensagens errôneas para o resto do país que não se beneficiam do boom do setor agrícola", disse Schafer. (As informações são da Dow Jones/ Agencia Estado)
• • • • •
• Junte-se à comunidade Capital News!
Acompanhe também nas redes sociais e receba as principais notícias do MS onde estiver.
• • • • •
• Participe do jornalismo cidadão do Capital News!
Pelo Reportar News, você pode enviar sugestões, fotos, vídeos e reclamações que ajudem a melhorar nossa cidade e nosso estado.
