De acordo com o ministro, a questão agora é a rastreabilidade bovina, uma imposição feita pela UE ao Brasil, que acabou aceitando para continuar exportando. “Na Europa foi implantado um sistema de rastreabilidade, em função do mal da vaca louca que é uma doença fatal, onde o sistema de rastreabilidade tem que funcionar com muita eficiência dentro de um sistema de produção que é muito diferente do sistema de produção brasileira”, salienta.
No mês de janeiro o Brasil apresentou a UE, uma lista com 2.681 fazendas aptas a exportar carne para o bloco, a contragosto das exigências dos europeus de que a lista solicitada teria que conter apenas 300 propriedades. Já ontem (14), o Brasil enviou uma nova lista com 523 propriedades, porém novamente rejeitada pela EU, que bate firme com relação ao número de fazendas aptas a exportar carne para o bloco. Sthephanes disse que está questão ainda esta sendo negociada e o País está “janelas abertas para entendimentos”.
O ministro que desembarcou no Aeroporto da Capital, depois da coletiva de imprensa seguiu juntamente com o governado André Puccinelli para Maracaju , onde participa da Showtec 2008.
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