Em fevereiro, Mato Grosso do Sul consolidou um dos marcos sanitários mais relevantes de sua história na pecuária. O Ministério da Agricultura reconheceu o Estado como área livre de febre aftosa sem vacinação, ao lado de outros estados e do Distrito Federal, após a conclusão do processo de retirada da vacina e reforço das ações de vigilância sanitária.
Naquele momento, a expectativa do setor estava voltada para o reconhecimento internacional, que dependia da decisão da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA). A confirmação veio em maio, durante a 92ª Assembleia Geral do organismo, realizada em Paris, quando Mato Grosso do Sul recebeu oficialmente o certificado internacional de área livre de febre aftosa sem vacinação.
O reconhecimento coroou anos de monitoramento rigoroso do rebanho, fiscalização de fronteiras, cooperação com países vizinhos e a execução do Plano Estratégico de Erradicação da Febre Aftosa, incluindo a coleta de milhares de amostras para comprovação da ausência do vírus. Com a certificação, o Estado passou a integrar o grupo de regiões aptas a acessar mercados internacionais mais exigentes, encerrando 2025 com um avanço histórico para a cadeia da carne sul-mato-grossense.




