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Política Segunda-feira, 25 de Maio de 2015, 18:52 - A | A

Segunda-feira, 25 de Maio de 2015, 18h:52 - A | A

E agora, Olarte?

“Não acredito que chegue ao final essa gestão”, afirma vereador Paulo Pedra

Parecer da Procuradoria Jurídica da Câmara deve ser entregue nesta terça-feira (26)

Natani Ferreira
Capital News

Anderson Ramos/ Capital News

Paulo Pedra

Para vereador a situação é insustentável

A exoneração de 201 funcionários comissionados na gestão de Gilmar Olarte, realizada nesta sexta-feira (22), foi comentada por vereadores em oitiva do secretário municipal de Receita nesta segunda-feira na Casa de Leis.


De acordo com o vereador Paulo Pedra, a crise que a cidade atravessa é de gestão e não de arrecadação. Segundo dados da Assessoria da vereadora Luiza Ribeiro, que analisou o Diário Oficial de Campo Grande (Diogrande), a Secretaria Municipal de Administração (Semad) conta com 110 cargos de confiança e a Secretaria Municipal de Infraestrutura, Transporte e Habitação (Seintrha), 132. Por outro lado, a Secretaria Municipal de Receita (Semre) é das mais enxutas, com apenas 33 cargos comissionados, em sua maioria de carreira.

 

“A crise é política. Quanto ao corte dos comissionados, deve ser feito em pelo menos 50%, e não cortar quem está trabalhando”, afirmou o vereador.

 

Anderson Ramos/ Capital News

Thais Helena

Thais Helena acredita que a Comissão será aprovada pela Câmara

As investigações sobre os supostos atos de improbidade de Gilmar Olarte culminaram no pedido de Comissão Processante, protocolado pelos vereadores Thaís Helena (PT), Alex do PT e Luiza Ribeiro (PPS).  


Para a vereadora Thais Helena, a comissão irá adiante. “Estamos aguardando o procurador fazer o parecer e mandamos oficio para o TRE solicitando as suplências, porque eu, a Luiza e o Alex a gente fica impedido de votar porque a gente assinou”, afirmou.


Nesta terça-feira (26), é o prazo final para a Procuradoria Jurídica da Câmara Municipal apresentar seu parecer . Para que a Comissão Processante seja aberta são necessários os votos favoráveis de 20 vereadores.


“Acredito que vamos instalar. Os motivos são vários, de um monte de improbidades que o prefeito tem feito”, finalizou o vereador Paulo Pedra.

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