O Ministério Público de Mato Grosso do Sul solicitou o afastamento do secretário municipal de Saúde Pública de Campo Grande, Jamal Salem por suspeita de fraude na folha de frequência de agentes de saúde.
Na última sexta-feira (14) a Justiça recebeu a denúncia feita pela 1ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos de Campo Grande contra por meio de apuração em fevereiro de 2015 e o secretário Jamal e o presidente do Sindicato dos Servidores e Funcionários Municipais (Sisem), Marcos Tabosa como supostos envolvidos sendo investigados também por coação de servidores.
De acordo com Marcos Tabosa, presidente do Sindicato dos Servidores e Funcionários Municipais (Sisem), a situação é “caluniosa” e espera ser chamado pelo Ministério Público para poder se defender. “Não passa se esquema político de quem é contra a gestão do prefeito Gilmar Olarte e quer atingi-lo. Posso dizer que isso tudo é uma mentira, ninguém foi ameaçado, coagido ou intimidado e ninguém foi ouvido ainda, o que torna tudo muito estranho. Respeito o Ministério Público mas estou aguardando para ser ouvido”, diz Tabosa ao Capital News.
A denúncia é de que a Sesau e o Sisem teriam obrigado agentes de saúde a preencher a folha de frequência como se trabalhassem oito horas por dia, mas o expediente era de seis horas. A mudança no horário apontava que se a carga horária fosse fixada em seis horas, a prefeitura poderia ter os repasses de recursos da União suspensos.


