Campo Grande 00:00:00 Quinta-feira, 30 de Julho de 2026


Política Segunda-feira, 07 de Março de 2022, 11:59 - A | A

Segunda-feira, 07 de Março de 2022, 11h:59 - A | A

ICMS

ICMS: “Governo não tira de um município para dar para outro”, afirma Azambuja

Governador ainda relatou às vezes é necessário uma ‘reflexão aquilo que não fez’

Elaine Silva
Capital News

Reprodução de vídeo

ICMS: “Governo não tira de um município para dar para outro”, afirma Azambuja

Reinaldo Azambuja

"Às vezes você tem que fazer uma reflexão daquilo que não fez, eu acho que tanto o prefeito como a equipe, deviam olhar os números de Campo Grande, de cinco anos atrás e os números de hoje, não só a questão do ICMS, todo o crescimento, competitividade, crescimento. Antes Campo Grande era nota B, agora é nota C, piorou, Mato Grosso do Sul, era nota D agora é nota A, melhorou. Agora nós fizemos o dever de casa, enfrentamos as reformas, agora não adianta você querer empurrar, para outras pessoas aquilo que você não fez, o ICMS é matemática, não tem varinha, não tem mexer no ICMS, o governo não tira ICMS de um município para dar para outra e nem aumenta de um para diminuir o do outro", afirmou o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), em entrevista ao programa Tribuna Livre, da FM Capital, nesta segunda-feira (7). 

 

Prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD), em visita a cidade de Três Lagoas, falou sobre a  perda de arrecadação da Capital nos últimos meses“Antes dessa gestão atual, Campo Grande recebe uma fatia do ICMS de 24%, mas hoje recebemos apenas 13%. Uma perda de 11 pontos percentuais. Essa é uma operação que a gente rebate, contesta, mas eles próprios têm autonomia de julgar a distribuição dos seus recursos. O governo do Estado tirou do da Capital, R$ 20 milhões por mês. Uma perda de quase R$ 250 milhões por ano”, enumerou Marquinhos.

 

Nesta segunda-feira, Azambuja ainda relatou que  o problema é que a Capital se você olhar, Campo Grande vem perdendo desenvolvimento econômico, vem perdendo atividades econômicas nos últimos anos e isso quem tem que é o governante local, pega os indicadores de competitividade lá de seis, sete anos lá atrás e olha os números”. Reinaldo ainda complementou dizendo que “não existe tirar dinheiro de Campo Grande e colocar para outra. Não é verdade que o Estado tirou dinheiro de Campo Grande”.

Comente esta notícia


Reportagem Especial LEIA MAIS