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Política Sexta-feira, 20 de Novembro de 2015, 12:01 - A | A

Sexta-feira, 20 de Novembro de 2015, 12h:01 - A | A

Terras indígenas

Governador propõe à presidente que parte de recurso da dívida da União seja usado para aquisição de terras indígenas

O documento elaborado pelo governo estadual foi protocolado no gabinete da Presidência da República na manhã da última quinta-feira (19)

Juliana Vilas Boas
Capital News

Divulgação/Assessoria

Governador faz proposta para fim da briga de terras

Azambuja propõe uma verdeira soma de esforços para que questão territorial seja sanada

Com objetivo de colocar, um ponto final, nos conflitos agrários envolvendo as disputas de terras, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), encaminhou na última quinta (19), à presidente Dilma Rousseff a proposta de usar parte dos recursos destinados ao pagamento da dívida com a União para a aquisição de terras indígenas.

“Para que se atinja essa finalidade (fim do conflito), é necessário que se destinem recursos para a efetiva utilização do Fepati, numa verdadeira soma de esforços entre a União Federal e o Estado de Mato Grosso do Sul, para que se revele possível, concretamente, apresentar solução ao imbróglio que assola nosso território”, afirma Reinaldo no documento enviado ao Palácio do Planalto.

O governador sugeriu que o Fundo Estadual de Terras Indígenas (Fepati), seja usado com a finalidade de “captar recursos financeiros para, dentre outras, adquirir terras e destiná-las às comunidades indígenas”, proporcionando aos proprietários legais de terras requisitadas como “tradicional indígenas” uma indenização justa.

O documento elaborado pelo governo estadual foi protocolado no gabinete da Presidência da República na manhã da última quinta-feira (19), em Brasília. Nele, o governador Reinaldo Azambuja destaca os esforços de todas as esferas para manutenção da paz em áreas onde o conflito atingiu considerável grau de tensão.

Apesar de ser uma questão de resolução federal, o governo estadual reitera seu compromisso de contribuir para pacificação em todo seu território, atendendo aos interesses do cidadão sul-mato-grossense, e aguarda uma resposta oficial do Palácio do Planalto para dar os encaminhamentos necessários à proposta.

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