Os sete candidatos a prefeito de Campo Grande declararam ter gastado R$ 2 milhões em apenas um mês de campanha.
Candidato do governador André Puccinelli e do prefeito Nelsinho Trad, Edson Giroto (PMDB) foi o campeão de gastos. Ele já gastou R$ 1,664 milhões, sendo R$ 1,275 milhão em repasses aos candidatos a vereador.
A receita até agora, declarou, foi de R$ 1,835 milhão – com R$ 1,520 vindo de outros candidatos ou comitês.
O segundo candidato a prefeito com maior despesa é Reinaldo Azambuja (PSDB). Ele declarou ter pagado e contratado serviços no valor de R$ 378 mil, montante acima da receita que foi de R$ 323 mil.
Líder nas pesquisas de intenção de voto divulgadas até o momento, Alcides Bernal (PP) afirmou que gastou R$ 31.635,36. A receita dele é de R$ 90,3 mil, sendo R$ 85,3 mil de recursos próprios e R$ 5 mil de doações.
Vander Loubet (PT) gastou apenas R$ 12.490,00 e não conseguiu nenhuma doação, segundo a declaração parcial entregue à Justiça Eleitoral.
Candidato do PV, o vereador Marcelo Bluma desembolsou R$ 5.008,60 e declarou receita de R$ 16 mil, sendo todo o montante de recursos próprios.
Já Sidney Melo (PSOL) e Suél Ferranti (PSOL) declararam não ter recebido doações e gastos zero na campanha.
A primeira prestação parcial de contas de partidos e candidatos que concorrerão nas eleições municipais deste ano está disponível no portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
De acordo com a Lei das Eleições (Lei 9504/97), somente na prestação de contas final partidos e candidatos são obrigados a indicar os nomes dos doadores e dos valores doados para as campanhas.
