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Política Quarta-feira, 27 de Maio de 2015, 12:17 - A | A

Quarta-feira, 27 de Maio de 2015, 12h:17 - A | A

Mês de junho

Diretor da Funsat fala à CPI das Contas Pública na segunda-feira dia 1º

CPI já ouviu o secretário de Administração, Wilson do Prado, secretário de Receita, Ricardo Vieira e o secretário de Saúde, Jamal Salem.

Elizângela Lemes
Capital News

Natani Ferreira/ Capital News

CPI

CPI investiga contas públicas no período de janeiro de 2011 a abril de 2015

A CPI das Contas Públicas marcou para segunda-feira, 1º de junho, a partir das 14h, a oitiva com o diretor-presidente da Fundação Social do Trabalho de Campo Grande (Funsat), Cícero Ávila de Lima.


Desde que foi instalada, a CPI já ouviu o secretário de Administração, Wilson do Prado, secretário de Receita, Ricardo Vieira e o secretário Saúde, Jamal Salem. A Comissão, criada no dia 5 de maio, tem como objetivo investigar se o aumento de 40,34% na folha de pessoal da prefeitura ocorreu por aumentos salariais praticados pelas gestões anteriores ou devido à nomeação de comissionados por parte do atual prefeito Gilmar Olarte.


A CPI das Contas Públicas também investiga quanto da receita de folha de pessoal é destinada aos comissionados nomeados durante a gestão do prefeito, bem como se estão efetivamente trabalhando e se os recursos destinados ao pagamento destes estão atingindo sua finalidade.

Anderson Ramos/ Capital News

secretario municial da Receita

Secretário de Receita, Ricardo Vieira já prestou esclarecimentos à CPI

Os parlamentares que integram a CPI definiram o período entre janeiro de 2011 e abril de 2015, como foco das investigações. Com isto, três administrações municipais passam por varredura: Nelsinho Trad, Alcides Bernal e a atual de Gilmar Olarte. Integram a CPI os vereadores: Eduardo Romero (presidente), Paulo Pedra (vice-presidente), Airton Saraiva (relator) e como membros Thais Helena e Vanderlei Cabeludo.


O presidente da CPI, vereador Eduardo Romero, disse que não está descartada a possibilidade de um convocado ser ouvido mais de uma vez para dar explicações. Além disso, todo cidadão que tiver elementos comprobatórios de irregularidades pode encaminhar material para CPI.

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