O futuro do senador Delcídio do Amaral (PT-MS) volta a ser discutido no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar do Senado nesta semana. Na quinta-feira (18), vence o prazo para que o parlamentar apresente defesa na representação que pode cassar seu mandato.
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Preso na Operação Lava-Jato em 25 de novembro de 2015, Delcídio é suspeito de atrapalhar as investigações e oferecer rota de fuga para o ex-diretor da área internacional da Petróleo Brasileiro S/A (Petrobras), Nestor Cerveró, atual delator da operação.
Cinco dias depois, a ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF) negou pedido de habeas corpus, mantendo a prisão preventiva do senador por tempo indeterminado.
A representação contra o senador foi impetrada em 15 de dezembro pela Rede Sustentabilidade e Partido Popular Socialista (PPS). Atualmente, Delcídio está preso em um batalhão da Polícia Militar, em Brasília.

