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Política Terça-feira, 23 de Dezembro de 2014, 11:04 - A | A

Terça-feira, 23 de Dezembro de 2014, 11h:04 - A | A

Cultura recebe status de Secretaria e estabelece metas para novo govermo

Marcos Barbosa - Capital News (www.capitalnews.com.br)

Na reforma administrativa feita pelo governador eleito Reinaldo Azambuja (PSDB), a Cultura recebeu tratamento especial e terá uma Secretaria, diferentemente dos outros governos que tinham apenas uma Fundação para angariar recursos e alavancar todas as potencialidades culturais e artísticas de Mato Grosso do Sul.
 

Com a criação da Secretaria de Estado de Cultura, Turismo, Empreendedorismo e Inovação, o novo governo pretende estabelecer a criação de planos municipais de Cultura em todos os municípios do Estado, com metas para estimular a parceria entre os sistemas municipal e estadual na criação de fundos e disputar o dinheiro do Governo Federal, estimulando nossos artistas, nosso artesanato e nossa cultura regional, além de conseguir mais recursos para a área.
 

A ideia de juntar em uma mesma pasta a Cultura e a Inovação é uma estratégia da administração de Reinaldo Azambuja, que pretende estimular as vocações locais, como a exuberante fauna e flora, a proximidade com países do Mercosul, e a rica cultura apresentada em diversos segmentos, para formular uma política que coloque o Mato Grosso do Sul nos grandes roteiros turísticos e culturais do Brasil.
 

O secretário da nova pasta, Athayde Nery, disse que o maior desafio será a mudança na gestão e a participação da sociedade na tomada de decisões. Questionado se os Festivais América do Sul e de Bonito continuam nos próximos anos, ele disse que sim, porém será feito um resgate da atribuição de cada um.
 

“Vamos debater e dialogar com as pessoas as decisões a serem tomadas, construindo as propostas com autoridade e não autoritarismo. Esse é o desafio na nova Secretaria. Os Festivais América do Sul e de Bonito continuam, mas precisamos resgatar a essência deles, que era debater nosso Estado e nossa cultura, chamando todos os países da América do Sul para debatermos nossa identidade e valorizar o que temos e somos. Se soubermos usar esse potencial seremos um grande centro de ebulição cultural”, finalizou Athayde.

 

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