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Política Sábado, 10 de Dezembro de 2011, 13:35 - A | A

Sábado, 10 de Dezembro de 2011, 13h:35 - A | A

Crise no governo Dilma atingiu obras em MS, mas não houve perda de verbas, diz André

Valdelice Bonifácio - Capital News (www.capitalnews.com.br)

O governador André Puccinelli (PMDB) disse neste sábado, dia 10, que as instabilidades políticas no primeiro escalão do governo federal por pouco não atingiram o andamento de projetos de infra-estrutura em Mato Grosso do Sul.

O Estado teve de driblar as dificuldades causadas pelas substituições nos ministérios, mas, conforme o governador, não houve qualquer perda de recursos. André falou sobre o assunto nesta manhã ao entregar as obras de recapeamento na Avenida Afonso Pena.

A presidente Dilma Rousseff perdeu em seu primeiro ano de governo nada menos que sete ministros. Todos foram substituídos em função de denúncias de irregularidades.

Atualmente, as denúncias atingem o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, alvo de suspeita de tráfico de influência nas atividades de consultoria exercidas por sua empresa, a P-21.

Conforme o governador, as instabilidades nos ministérios dos Transportes e do Turismo, por exemplo, por pouco não causaram postergação em obras em andamento no Estado.

Segundo ele, no ministério dos Transportes houve interrupção de 90 dias em tomada de decisões na pasta.

“Com isso, interromperam-se o empenho de recursos e as ordens bancárias. Mas, agora já está tudo regularizado (...) Em termos quantitativos nada perdemos”, assegurou.

Conforme o governador, um exemplo típico foi a MS-359 que liga Coxim a Alcinópolis e Alcinópolis a Placa de Mineiros, cujo empenho de verbas atrasou.

“Mas graças a Deus havia recursos depositados. Nós demos a nossa contrapartida total na frente não houve interrupção de serviços”, disse.

Em relação ao Ministério do Turismo, houve atraso na liberação de dinheiro para a rodovia que liga Bonito a Bodequena. Situação que o governo estadual já contornou e a obra deve ser entregue, inclusive, antes do previsto.

“Eram 16 quilômetros, agora faltam 10. Há uma postergação? Há sim, mas nada que nos impeça de executar. Como este governo, com apoio da bancada federal e estadual, está executando as obras em tempo recorde, a Bonito-Bodoquema que tinha previsão de 540 dias vai ser feita em pouco mais de 400”, assegurou o chefe do Poder Executivo.

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