Os 194 candidatos a prefeito das 26 capitais do país podem gastar até R$ 1,26 bilhão neste ano, de acordo com as previsões de gastos máximos registrados na Justiça Eleitoral.
Segundo a Agência de Notícias do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), como o Congresso Nacional ignorou o prazo de 10 de junho estipulado pela Lei das Eleições (Lei 9504/97) e não fixou por lei os limites de gastos de campanha para os cargos em disputa nas Eleições 2012, foi permitido a cada partido estabelecer o limite de gastos de campanha para os cargos em disputa e comunicá-lo à Justiça Eleitoral nos pedidos de registro de seus candidatos.
Os sete candidatos a prefeito de Campo Grande poderão gastar até R$ 50 milhões. A maior previsão de gastos entre eles é de Edson Giroto (PMDB), no valor de R$ 20 milhões. Em seguida aparece Reinaldo Azambuja (PSDB), que pretende gastar até R$ 12 milhões; e depois o petista Vander Loubet, com previsão de R$ 9,8 milhões. Alcides Bernal (PP) estimou R$ 7 milhões; Marcelo Bluma (PV), R$ 1,2 milhões; professor Sidney Melo (PSol), R$ 500 mil; e Suel Ferranti (PSTU), R$ 100 mil.
A eleição mais cara promete ser a da prefeitura de São Paulo. Os 12 candidatos a prefeito preveem gastar 341,5 milhões, no máximo. Na sequência está Belo Horizonte (MG). Os oito que pediram registro para concorrer a prefeito daquela cidade estimam gastar até R$ 80,7 milhões.
