Alberto Gonçalves/Capital News
Professores de Campo Grande lotam Plenário da Câmara Municipal
Em greve desde o dia 25, os professores da Rede Municipal de Ensino de Campo Grade, novamente lotaram o Plenário da Câmara Municipal de Campo Grande nesta terça-feira (2). A categoria, mais uma vez, foi buscar o apoio dos vereadores para o impasse entre prefeitura e educadores.
Pouco antes do início da sessão, o vereador Edil Albuquerque (PMDB), ex-líder do preito Gilmar Olarte na Casa, conversou com diretores do Sindicato dos Professores de Campo Grande para tentar uma saída na greve, que dura quase 10 dias.
Edil ligou para o secretário de Administração Wilson do Prado, onde agendou uma reunião para a próxima segunda-feira (8), no período da tarde, para discutir uma nova proposta a ser levada aos professores.
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Vereador Edil Albuquerque conversa com diretores da ACP
“Estamos em busca do entendimento. Vou propor ao Executivo a diluição daquilo que é devido aos professores durante o decorrer do ano. A categoria, por parte de seus representantes parece que aprovará a proposta. Para explicar melhor são os 13% divididos no restante de meses que faltam para terminar o ano”, disse.
O professor Geraldo Gonçalves, presidente da ACP, disse que houve uma reunião com os vereadores para se tentar algo novo em termos de negociação, mas que não teve consenso.
O representante dos professores lembrou que a categoria pede apenas o cumprimento da Lei do Piso Nacional, que no caso de Campo Grande seria um reajuste de 13% nos salários. Sobre a proposta do vereador Edil, Geraldo disse que a categoria quer o reajuste integral, “mas aceita diluir esse índice no decorrer do ano. Dessa maneira, vamos aguardar a posição da prefeitura e continuamos em greve”, finalizou.
