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Quinta-Feira, 13 de Maio de 2021, 19h:15
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No primeiro trimestre Suzano vende 2,9 milhões de toneladas de celulose e papéis

Os dados constam no balanço trimestral da Suzano

Laryssa Maier
Capital News

Divulgação/Assessoria

Suzano

 

A Suzano, comercializou 2,9 milhões de toneladas de celulose e diferentes tipos de papéis no primeiro trimestre de 2021. As vendas de celulose totalizaram 2,6 milhões de toneladas. A celulose é a matéria-prima utilizada na fabricação de produtos como papéis sanitários, embalagens, fraldas, máscaras e papéis de imprimir e escrever em geral, entre outros itens essenciais para o dia a dia das pessoas. No segmento de papéis, as vendas atingiram 291 mil toneladas.

 

Os dados constam no balanço trimestral da Suzano, a maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo e uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina. A receita líquida da Suzano com a comercialização de celulose e papéis totalizou R$ 8,9 bilhões entre janeiro e março, impulsionada pelo forte volume de vendas, pela recuperação dos preços da celulose no mercado internacional e pelo câmbio favorável à exportação.

 

A Suzano opera 11 fábricas no Brasil, incluindo a Unidade Três Lagoas (MS), que possui duas fábricas em operação, com capacidade de produção de 3,25 milhões de toneladas de celulose ao ano.

 

De acordo com a assessoria, outro destaque positivo do trimestre foi registrado na linha de custos. O custo caixa de celulose, indicador que dimensiona a competitividade produtiva da companhia, ficou em R$ 623 por por tonelada (excluindo paradas), alta de 4% em relação ao mesmo período do ano anterior. A geração de caixa operacional, por sua vez, cresceu 66% em igual comparação e atingiu R$ 3,9 bilhões no trimestre.

 

Com o anúncio do projeto, a Suzano revisa de R$ 4,9 bilhões para R$ 6,2 bilhões a previsão de investimentos de 2021. “Os resultados do primeiro trimestre de 2021 reforçam mais uma vez a competitividade da Suzano e nosso potencial de geração de caixa, apoiado neste momento por um movimento de recuperação dos preços internacionais da celulose. O avanço positivo na desalavancagem e a continuidade desta tendência representam o motor propulsor para o anúncio da fábrica de Ribas do Rio Pardo, um dos maiores investimentos privados do Brasil na atualidade”, afirma o presidente da Suzano, Walter Schalka.

 

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