O Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian afirmou que a formação de filas ocorre porque a procura por exames de imagem supera a capacidade disponível. Segundo a instituição, há uma “demanda regional maior do que a oferta”, o que concentra pacientes no dia de abertura da agenda.
A marcação é feita apenas uma vez por mês e exclusiva para pacientes do ambulatório do HU. Para fevereiro, foram abertas 218 vagas de ultrassonografia e 70 de ecocardiograma, número considerado insuficiente diante da procura registrada.
A situação ganhou repercussão após o professor Pedro Henrique Gomes de Mattos relatar que cerca de 200 pessoas aguardavam atendimento antes das 6h, entre elas idosos e pacientes com comorbidades. Ele afirmou ainda que “um idoso teria desmaiado” enquanto esperava na fila.
Em nota, o hospital informou que o público foi acompanhado pelas equipes de portaria, recepção e secretaria e que “nenhuma intercorrência foi registrada ou comunicada oficialmente”. O HU destacou também que “trabalha para otimizar os fluxos de atendimento”, priorizando segurança e acolhimento dentro da capacidade instalada.
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