Campo Grande registrou queda de aproximadamente 47% na quantidade de ovos do mosquito Aedes aegypti entre julho e agosto de 2026. Segundo a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), foram encontrados 148.731 ovos em julho e 79.110 em agosto.
O levantamento é feito por meio de ovitrampas, armadilhas instaladas para identificar a presença e a reprodução do mosquito, transmissor da dengue, zika e chikungunya. As equipes recolhem e contabilizam os ovos semanalmente.
Em 2026, o maior número foi registrado em março, com 223.412 ovos. A quantidade caiu para 176.109 em abril e chegou a 63.515 em maio. Depois, houve aumento para 75.797 em junho e 148.731 em julho, antes da nova redução em agosto.
A GCEV (Gerência de Controle de Endemias e Vetores) instala e mantém as armadilhas, além de fazer a contagem dos ovos. Os dados são encaminhados ao Cievs (Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde), que organiza as informações para orientar as ações de controle.
Apesar da redução, a presença de ovos mostra que o Aedes aegypti continua se reproduzindo na Capital. Por isso, a população deve evitar o acúmulo de água em vasos, pneus, garrafas, recipientes e outros objetos que ficam expostos à chuva.
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