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2017: ano em que Puccinelli vai preso e anuncia pré-candidatura nas próximas eleições

Samira Ayub
Especial para o Capital News

Divulgação/MDB

Puccinelli confirma que é pré-candidato ao governo do Estado pelo MDB

Anúncio da pré-candidatura foi feito após reunião de cúpula do partido

retro2017

O ano começou com o ex-governador André Puccinelli (PMDB) sendo alvo do Ministério Público Estadual (MPE). O órgão instaurou um inquérito civil para investigar o depósito indevido de R$ 78 milhões pelo Governo do Estado no extinto Banco Rural, em 2013. Puccinelli também se tornou réu em ação de improbidade por coagir servidores comissionados a votar em candidatos apoiados por ele durante campanha eleitoral de 2012.

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Citado na delação premiada dos irmãos Joesley e Wesley Batista, donos da JBS, Puccinelli preferiu não se pronunciar sobre seu envolvimento em mais um escândalo. Em maio, o ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), encaminhou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) um pedido de investigação contra o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) e o ex-governador André Puccinelli (PMDB).

 

O pedido ocorreu após o empresário Wesley Batista dizer, em depoimento à Procuradoria-Geral da República, que entre os anos de 2007 e 2016, o tucano e o peemedebista teriam recebido cerca de R$150 milhões em propina da JBS, em troca da redução da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Segundo o delator, o esquema começou quando Zeca do PT ganhou a eleição para o Governo do Estado, e continuou com Puccinelli e Reinaldo, até o final de 2016.

 

Após deixar o Governo do Estado, André Puccinelli confirmou sua pré-candidatura ao Governo de Mato Grosso do Sul dia 22, na sede regional do agora rebatizado MDB, em Campo Grande. Além de confirmar que vai correr a vaga de chefe do Executivo Estadual, Puccinelli confirmou a manutenção de nomes como o de Simone Tebet e Waldemir Moka para o Senado, e de Márcio Fernandes como deputado estadual.

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