“A cultura orgânica é menos agressiva ao meio-ambiente. É uma produção sustentável por mais tempo”, disse o fiscal, que apontou como outro diferencial o manejo equilibrado do solo.
O alto preço dos produtos orgânicos, apontados por consumidores como barreira para consumo será, na opinião de Mizote, rapidamente ultrapassada. “No Brasil existem hoje 15 mil produtores de orgânicos que ocupam uma área de 800 mil hectares. Isso faz custar mais caro. O custo de produção é maior, mas não é tanto. O varejo aproveita esse nicho de mercado para especular. Com o aumento da oferta o preço vai diminuir”, explicou.
O fiscal conclamou ainda as pessoas a participarem da consulta popular que o Ministério da Agricultura está fazendo em seis instruções normativas sobre a cultura orgânica. “Nós queremos receber sugestões para definirmos as regras de qualidade de produção e facilitar a identificação dos produtos orgânicos”. As instruções estão disponíveis no site www.agricultura.gov.br, no link agricultura orgânica – consulta pública. (Com Assessoria)
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