A alíquota do Fundo de Desenvolvimento do Sistema Rodoviário de Mato Grosso do Sul (Fundersul) cobrada sobre a carne e os grãos pode ser reduzida pela metade, enquanto setores de cana-de-açúcar, florestas plantadas e mineração passarão a ser tributados. A sugestão da Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul (Acrissul) já foi aprovada pelo Conselho Administrativo do fundo, em reunião promovida na tarde desta segunda-feira (26).
O presidente da Acrissul, Francisco Maia, defende não ter mais sentido que cana, madeira e minério continuem desonerados da cobrança do Fundersul e que os segmentos de carne e grãos “suportem” a carga do tributo criado para manutenção das estradas estaduais que todos utilizam para o transporte de seus produtos.
Outra mudança na fórmula de cobrança do fundo, também aprovada pelo Conselho, é que os municípios passem a discutir com os sindicatos rurais de cada cidade o plano anual de aplicação dos recursos do Fundersul.
As sugestões deverão compor um projeto de mudança na lei que criou o tributo e precisará passar pela Assembleia Legislativa.
O Conselho Administrativo do Fundersul é composto por secretarias de Estado do Governo, além de entidades como Acrissul, Federação de Agricultura e Pecuária de MS (Famasul) e Associação dos Municípios de MS (Assomasul).
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