Desde o mês de março, as fábricas que produzem vacinas contra a febre aftosa têm de se adaptar às novas exigências de biossegurança atualizadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), por meio da Instrução Normativa nº 5.
A medida incorporou novos requisitos para as instalações de fabricação de vacina contra a doença, tendo como proposta a elevação dos parâmetros de biossegurança para evitar, por exemplo, riscos de contaminação cruzada ou o escape do vírus.
“Foi uma medida tomada para aumentar a segurança das plantas que manipulam vírus da febre aftosa, evitando desta forma, o risco de escape do vírus”, explicou o chefe da Divisão de Produtos Biológicos do Departamento de Fiscalização de Insumos Pecuários do Ministério da Agricultura, Egon Vieira da Silva.
A possibilidade de vir a faltar vacina no mercado, justamente no momento em que o país já está com a segunda etapa de vacinação nas propriedades, é descartada.
A justificativa é de que a capacidade de produção das empresas brasileiras supre o mercado e as unidades ainda exportam.
As empresas estão em processo de adequação desde a publicação da IN e esses processos variam de acordo com cada unidade.
Conforme a Instrução Normativa, o vírus da febre aftosa somente poderá ser manipulado em instalações que atendam as condições de biossegurança.
• • • • •
• Junte-se à comunidade Capital News!
Acompanhe também nas redes sociais e receba as principais notícias do MS onde estiver.
• • • • •
• Participe do jornalismo cidadão do Capital News!
Pelo Reportar News, você pode enviar sugestões, fotos, vídeos e reclamações que ajudem a melhorar nossa cidade e nosso estado.

