De acordo com o projeto, os investimentos serão da ordem de R$ 110 milhões, com a geração de 750 novos empregos, além dos 500 atuais. A intenção do Marfrig é de produzir carne cozida, embutidos diversos, almôndegas, extrato de carne e outros produtos que serão destinados ao mercado brasileiro e também a exportação.
Segundo o Superintendente de Indústria e Comércio da Seprotur e secretário executivo do CDI/MS, Jonathas Camargo, este é um marco histórico para o processo de industrialização da pecuária do Estado.
“Vamos deixar de vender apenas carne congelada, in natura ou o boi em pé. este projeto abre as portas para um novo momento da industrialização no Estado”, comemora.
O superintendente federal da Agricultura no Estado (SFA/MS), Orlando Baez, concorda com Camargo, e além da importância para a economia regional, lembra que a indústria será uma das poucas do País preparada para o atendimento da demanda por produtos industrializados.
Orlando revela que na relação do Ministério da Agricultura de produtos autorizados para os estabelecimentos brasileiros exportarem, somente as 7 unidades instaladas nos estados de São Paulo e Mato Grosso estão habilitadas a exportação de carne industrializada.
“Este projeto tem uma importância enorme, até hoje produzíamos somente proteína animal, sem industrializá-la”, conclui, lembrando que no Estado, até então, apenas a soja recebia o processo de beneficiamento industrial.
O Marfrig possui nove unidades de abate e processamento de carne bovina no território nacional: duas em Promissão (SP), Bataguassu e Porto Murtinho (MS), Tangará da Serra e Paranatinga (MT), Mineiros (GO), Chupinguaia (RO) e São Gabriel (RS). Além disso, o grupo conta com central de logística e distribuição em Santo André (SP). A capacidade de abate do grupo atinge agora 10.000 cabeças/dia.
O Grupo Marfrig também tem presença internacional. Nos últimos meses, adquiriu unidades na Argentina (AB&P), Uruguai (Frigoríficos Best Beef, e Tacuarembó) e firmou joint-venture com a trading chilena Quinto Cuarto, com a intenção de atingir novos mercados, inclusive aqueles não atendidos pela carne brasileira, como Estados Unidos, Japão, Canadá e outros. (Com informações do Governo do MS)
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