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Política Sexta-feira, 07 de Agosto de 2009, 16:46 - A | A

Sexta-feira, 07 de Agosto de 2009, 16h:46 - A | A

Zeca diz que consenso para escolha do candidato do PT virá no decorrer das discussões

Alessandro Perin - (www.capitalnews.com.br)

O ex-governador de Mato Grosso do Sul, José Orcírio dos Santos, o Zeca do PT, disse na tarde de hoje que o consenso para a escolha do candidato a presidência regional do Partido dos Trabalhadores no Estado virá no decorrer das discussões. A “disputa” conta até o momento com a participação do atual presidente, deputado estadual Amarildo Cruz e do ex-vereador de Paranaíba, Marcus Garcia.

Zeca do PT publicou na tarde de hoje em seu mini-blog a seguinte frase: O Marquinhos reúne todas as condições. Dissidência minoritária, faz parte da democracia interna”, afirma. Além de Cruz e Garcia, outro nome pode surgir na disputa. Essa semana, o ex-presidente e atual secretário-geral da Central Única dos Trabalhadores do Mato Grosso do Sul (CUT-MS), Alexandre Costa, afirmou que vai disputar o cargo.

Em nota enviada à imprensa, Costa diz que o objetivo é a retomada da participação de sindicalistas nas decisões internas do PT. “O objetivo é resgatar a força dos sindicalistas e militantes do PT. Sobre a busca do consenso entre os grupos do senador Delcídio do Amaral e do ex-governador para escolha de um nome para presidir o PT no Estado, o “Coletivo do Movimento Sindical e Popular em Defesa do PT” considera que os velhos problemas de mandatos e figuras que se dizem donas do PT persistem. A principal crítica é que o consenso e o nome são impostos a partir de poucos “caciques”, resultando em falta de discussão sobre o programa e estratégias do partido”, afirma o documento.

O deputado disse ao site Capital News está semana que somente irá se candidatar novamente as eleições para a presidência do diretório regional do partido caso o ex-vereador de Paranaíba, Marcus Garcia, o “Marquinhos”, não seja candidato único. Amarildo foi enfático ao dizer que somente irá retirar sua candidatura caso Marquinhos seja o único nome. “Ele é do meu grupo político e defendemos mesmos interesses. Se tiver só ele como candidato, não vejo problemas em apoiá-lo, mas caso tenha mais candidatos eu também vou disputar, até mesmo porque como atual presidente devo tentar a reeleição”, explica ele.

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