Dois anos após a eleição, os juízes eleitorais julgaram improcedente o pedido da coligação encabeçada pelo ex-senador Delcídio do Amaral (PT à época) contra a diplomação de Reinaldo Azambuja, hoje governador de Mato Grosso do Sul, e de Rose Modesto, vice. A decisão foi publicada hoje (16) no Diário Oficial do Estado.
A decisão dos juízes do Tribunal Regional Eleitoral foi unânime e de acordo com o parecer, contra o pedido da coligação “Mato Grosso do Sul com a Força de Todos” (PDT, PT, PSL, PR, PSDC, PV, PROS, PCdoB, PTB, PTC, PPL e PRP).
A coligação do ex-petista pedia a cassação do diploma, alegando irregularidades na arrecadação e gastos na campanha. A diplomação é o ato pelo qual a Justiça Eleitoral atesta quem foi eleito e os habilita a exercer o mandato.
Para a Justiça Eleitoral, faltou uma prova contundente de que houve alguma irregularidade grave que justificasse a cassação. “Inexistindo nos autos a comprovação necessária para caracterizar as condutas noticiadas na inicial, não há como se acolher a sanção perseguida pelos representantes, devendo o pedido ser julgado improcedente”, diz a decisão.

