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Política Terça-feira, 09 de Setembro de 2014, 18:36 - A | A

Terça-feira, 09 de Setembro de 2014, 18h:36 - A | A

Reinaldo reafirma redução da carga tributária

Luciana Recio - Capital News (capitalnews.com.br)

O candidato ao governo do Estado, Reinaldo Azambuja (PSDB), reafirmou seu compromisso de reduzir a carga tributária de Mato Grosso do Sul, durante encontro com jovens empresários de Campo Grande, nesta segunda-feira (8).

Reinaldo mostrou que vários setores são prejudicados por conta da inadequada política tributária do País. “No setor de combustíveis, o fluxo de aumento de diesel em Mato Grosso do Sul está aquém dos outros estados porque viramos rota de passagem, barriga de aluguel”, afirmou.

O deputado federal defendeu ainda o recebimento de mais incentivos para dar competitividade ao Estado.

Reinaldo lembrou que enquanto um posto de combustível sul-mato-grossense vende pouco mais de 1,2 milhão de litros de combustível ao dia, o de São Paulo vende cerca de 5 milhões.

“Isso por causa de 48 centavos. Os caminhões atravessam nosso estado e não abastecem aqui”, explicou. Para o tucano, o cenário negativo pode ser revertido de duas formas: “com espaço para redução de alíquota e espaço para crédito presumível para quem faz transporte e produção”. “Temos que trabalhar essas questões ou vamos continuar perdendo em competitividade”, alertou.

Azambuja estende a proposta também ao comércio, já que as micro e pequenas empresas do Estado são obrigadas a utilizar o subteto de R$ 1,8 milhão do programa Simples Nacional, enquanto todos os outros Estados que fazem divisa com o MS usam o teto nacional, de R$ 3,6 milhões.

“Ou nós igualamos ao teto nacional ou cada dia mais nós estamos condenando o comércio à falência. Temos espaço para isso. Vamos ter que fazer ajustes, de eficiência, inclusive, mas se não desonerarmos esse segmento vamos perder mais”, alertou.

Para Reinaldo, igualando o valor do subteto, o Estado vai ter uma maior base de Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). “Isso é importante e tem que ser feito”, defendeu.


 

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