José Roberto Almeida/Capital News
Governador Reinaldo Azambuja entrega o kit escolar para aluna da escola Joaquim Murtinho
O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) entregou nesta terça-feira (16) os kits e uniformes escolares para os alunos da rede estadual de ensino, e criticou a falta de planejamento do governo André Puccinelli que ocasionou o atraso nessa entrega. “Demorou, mas chegou”, disse.
Em seu discurso na Escola Estadual Joaquim Murtinho, na avenida Afonso Pena, Reinaldo não poupou críticas ao governo anterior, onde destacou que a licitação no final da administração passada não foi feita e, por isso foram seis meses de demora para que os alunos recebessem o material.
“Os alunos podem ter certeza que logo no início do ano letivo de 2016 os uniformes e os kits, com cadernos, serão entregues a todos os estudantes”. Azambuja adiantou que para 2016 serão entregues três camisetas, sendo uma delas sem manga para a prática de educação física.
Ainda questionado sobe o governo anterior, Reinaldo voltou a lembrar que mais de 190 obras inacabadas serão finalizadas e mais uma vez teceu críticas a Puccinelli por entregar o prédio ou edificações, em alguns casos, mas sem condições de uso.
José Roberto Almeida/Capital News
Governador Reinaldo Azambuja discursa na entrega de kits escolares
Sobre as irregularidades verificadas no Aquário do Pantanal, que será invstigada pelo Ministério Público, Azambuja disse que também pediu investigações e comentou o absurdo de se colocar peixes em um local inacabado, tirando os animais de seu habitat. “Quarenta significa 40 dias. Os peixes saíram da natureza e ficaram em um local inadequado, não poderia esperar outra situação a não ser que eles morressem. Por isso pedi investigação a respeito”, finalizou.
Reinaldo Azambuja deixou a escola na região central de Campo Grande e seguiu para outro estabelecimento de ensino.
No total o governo irá entregar aos alunos da rede estadual 270 mil kits e 540 mil camisetas escolares. Neste aspecto Reinaldo Azambuja lembrou que o uniforme será padronizado utilizando-se o Brasão do estado de Mato Grosso do Sul e não do governo que está à frente da administração estadual. “Os governantes passam, mas o estado fica. Se temos um Brasão, então ele será o símbolo vigente na administração pública”, concluiu.


