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Política Segunda-feira, 06 de Janeiro de 2014, 13:54 - A | A

Segunda-feira, 06 de Janeiro de 2014, 13h:54 - A | A

Reinaldo aponta levantamentos do Pensando MS diz que aprendeu lição em 2012

Lucas Junot - Capital News (www.capitalnews.com.br)

Coordenador do programa Pensando Mato Grosso do Sul, o deputado federal tucano Reinaldo Azambuja elenca algumas das demandas já apontadas pela população do Estado. “Em todos os lugares, as pessoas têm pedido Saúde em primeiro lugar”, adiantou.

De acordo com o parlamentar, na região de Aquidauana, a população pediu a geração de emprego e renda, sugeriu o mapeamento e divulgação da fauna, flora, frutas nativas, mananciais de águas, morrarias, pontos turísticos e trilhas ecológicas.

Na região do Vale do Ivinhema, além de Saúde, as prioridades apontadas foram educação, segurança e emprego e renda. “As pessoas também pediram a redução da carga tributária, porque Mato Grosso do Sul está entre os que têm os mais altos impostos do País e os comerciantes locais não conseguem concorrer com os Estados vizinhos. Lá também existe um problema gravíssimo de saneamento básico inadequado, um absurdo, em pleno século 21. Tem um alto índice de desemprego, analfabetismo, faltam creches e vagas nas escolas. Precisa de indústrias para processar a produção de leite e frutas”, destacou o tucano.

De acordo com o levantamento, a região Norte é das mais carentes. “A população pede Saúde em primeiro lugar, em seguida, a prioridade é a geração de emprego e renda. A região tem um enorme potencial turístico e cultural pouco explorado, assim como a vocação da fruticultura”, disse Reinaldo.

No Cone Sul, os entrevistados apontaram Educação e Segurança, além de Saúde, como prioridades. “Eles querem eficiência no sistema de regionalização dos atendimentos em Saúde, do Sistema de Marcação de Consultas e Exames, entre outras demandas”, explicou.

Política

No ano passado, Reinaldo Azambuja e o PSDB fizeram um trabalho de levantamento semelhante, mas no âmbito da Capital. O Pensando Campo Grande subsidiou a campanha do então candidato à prefeito, que por pouco não foi para o segundo turno.

Confiante, em um novo ano eleitoral, Azambuja comenta sua experiência. “A primeira lição é que não é a máquina do governo e nem o número de partidos aliados que ganha eleição. Ficou comprovado que o que ganha eleição é a vontade do povo. Outra lição que eu tiro é olhar as pesquisas eleitorais com desconfiança, principalmente aquelas pesquisa que não são sérias. Infelizmente ainda existem institutos que se sujeitam a manipular números em detrimento da verdade. As pesquisas nos prejudicaram muito nas eleições de 2012: o Ibope errou 100%, o Ibrape errou 100% o Ipems errou 100%”, lembrou.
 

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