Edemir-Rodrigues-Secom
Para o fretista Ezídio Mafessoni, “Depois que os custos aumentaram como valor do combustível nos últimos anos, para nós será um alívio pagar um IPVA mais barato”.
A redução da alíquota do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) para 2022, e a isenção no pagamento do imposto aos veículos com mais de 15 anos de fabricação, aos ônibus e vans escolares, automóveis de bares, restaurantes e empresas do segmento turismo, assim como a redução de 2% para 1,5% aos caminhões e ônibus, 3,5% para 3% para os carros está repercutindo positivamente entre profissionais do setor de transporte, em especial, autônomos
Redução da alíquota
Caminhoneiros autônomos, fretistas e profissionais do transporte escolar - que serão beneficiados diretamente pela medida do governo Reinaldo Azambuja - ouvidos pela assessoria de Comunicação do governo do Estado, como o fretista Ezídio Mafessoni, que com 40 anos com fretes, considera a notícia um “alívio”.
“Vai ajudar bastante, depois que os custos aumentaram como valor do combustível nos últimos anos. Para nós será um alívio pagar um IPVA mais barato, até para dar uma motivada na categoria”.
Para Waldecir Demétrio, motorista autônomo, que trabalha nas estradas desde 1975, a redução do IPVA reduz a carga das despesas do começo do ano. “Uma boa notícia, um bom quebra-galho para diminuir os custos, já que trabalho com meu caminhão em 18 estados”.
Isenção do IPVA
Profissionais de transporte escolar - entre os beneficiados com isenção do IPVA - reivindicavam a isenção. Eles destacam que a medida é um “alento” para o grupo que teve grandes prejuízos durante a pandemia, pela paralisação das atividades com a suspensão das aulas presenciais na rede pública e particular.
“Ficarmos livres do IPVA é um alento para todos que trabalham neste setor no Estado”, desabafou Gilson Cristaldo, que trabalha no setor há 11 anos, e lembra que janeiro é o mês de deixar o “carro em ordem” para o início das aulas em fevereiro.
“Fizemos essa solicitação ao governo devido aos prejuízos que tivemos ano passado e fomos atendidos. Esta isenção reduz as contas para o começo do ano que vem”, explicou André Vicente Cruz, diretor-financeiro do Sintems (Sindicato dos Transportadores Escolares de MS).

