A bancada do PSDB na Assembleia Legislativa quer emplacar o presidente para os próximos dois anos. Por enquanto, Junior Mochi (PMDB) tem mais aliados para o cargo, mas o PSDB aposta na “bondade” dos deputados para chegar ao posto máximo da Casa.
Normalmente, o partido que tem o maior número de parlamentares ocupa a presidência e é nisso que o PSDB aposta. O deputado Beto Pereira (PSDB) informou que os deputados tucanos se reuniram e decidiram votar juntos, de preferência indicando alguém do partido.
Entre os tucanos estão cotados para a presidência o próprio Beto Pereira, Onevan de Matos, que atualmente ocupa a vice-presidência e Maurício Picarelli, que foi vice-presidente na Legislatura passada.
O grupo do PMDB está mais adiantado e já possui dez votos declarados. Além dos cinco peemedebistas, Mochi conta com apoio do quarteto de deputados do PT e com o apoio do deputado George Takimoto (PDT), precisando de mais três para se manter na presidência.
Com os 18 votos definidos, a decisão dependerá da posição de seis deputados que, pelo menos por enquanto, não estão neste grupo: Lídio Lopes (PEN), Marquinhos Trad (PSD), Coronel David (PSC), Grazielle Machado (PR), Paulo Corrêa (PR) e Zé Teixeira (DEM).
Mochi foi escolhido por unanimidade na votação para o primeiro turno, em uma articulação que teve apoio do governador Reinaldo Azambuja (PSDB). A presidência foi dada a Mochi em troca do apoio do PMDB na Assembleia. Na ocasião o PSDB tinha apenas quatro deputados e hoje conseguiu chegar a oito.



