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Política Quinta-feira, 03 de Outubro de 2013, 11:41 - A | A

Quinta-feira, 03 de Outubro de 2013, 11h:41 - A | A

PP articula nomes para disputar eleições 2014

Samira Ayub e Lucas Junot - Capital News (www.capitalnews.com.br)

A corrida eleitoral de 2014 já começou, pelo menos, na Câmara Municipal de Campo Grande. Este foi o tema principal dos questionamentos entre os vereadores na manhã desta quinta-feira (3). O Partido Progressista (PP), sigla do prefeito Alcides Bernal, que também responde como presidente regional do partido, já articula nomes para o pleito eleitoral do ano que vem.

Segundo o vereador progressista Cazuza, líder do partido na Casa de Leis, o prazo para a migração partidária está findando e avalia que o partido vem estruturando bons quadros e que vários nomes têm aderido ao PP.

Cazuza citou como exemplo o casal Celso Vargas e Giovana Corrêa Vargas. Celso é ex-prefeito de Maracaju, e Giovana é a atual Superintendente do Agronegócio, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Turismo e Agronegócio da prefeitura de Campo Grande. O casal filiou-se ao Partido Progressista na última sexta-feira(27).

Segundo o parlamentar, o PP tem força suficiente, nomes e está aberto a composições com a expectativa de eleger deputados estaduais e federais em 2014. Cazuza afirmou que uma eventual candidatura dele para a Assembleia Legislativa não está descartada. “Isso vai depender ainda das articulações do partido, mas eu sou um soldado do partido e se precisar sair para concorrer a deputado estadual, eu saio”, afirmou o vereador.

O parlamentar afirmou, ainda, que existe uma vontade do vice-prefeito, Gilmar Olarte, disputar as próximas eleições para deputado federal. Segundo Cazuza, o assunto ainda será tratado no âmbito partidário, mas, o parlamentar adiantou que a proposta é vista com bons olhos, e que se é vontade dele, o partido fará as tratativas e composições necessárias para viabilizar o projeto. “Ele é progressista, é do partido e é vice-prefeito, se for da vontade dele, o partido pode acatar”, conclui Cazuza.
 

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