O presidente da Assembleia Legislativa, Junior Mochi (PMDB), trabalha nos bastidores e já tem votos suficientes para se reeleger presidente da Assembleia. Ontem (22) mais um dos deputados considerados fundamentais para a corrida eleitoral declarou voto no peemedebista, o que deve liquidar a fatura.
“Se o Mochi for candidato, sou candidato a primeiro secretário. Se ele não for, não sou candidato. Se ele sair candidato o meu voto é pra ele”, declarou o deputado Zé Teixeira (DEM), atual primeiro-secretário da Assembleia.
Mochi já tinha os votos de cinco do PMDB, do quarteto petista, Lídio Lopes (PEN), Grazielle Machado (PR) e George Takimoto (PDT). Com o voto de Zé Teixeira ele chega a 13, conseguindo maioria, suficiente para mantê-lo no cargo.
Apesar de ter a maioria, Mochi mantém diálogo com Reinaldo Azambuja (PSDB), na tentativa de um consenso, que normalmente acontece na Assembleia. Azambuja, por sua vez, quer conversar com deputados tucanos, que insistem em ficar com a presidência.
Ontem (22) o deputado Maurício Picarelli (PSDB) deu sinais de que não pretende desistir. Durante a sessão ele conversou com deputados petistas e quer convencer ele e outros colegas a votarem nele.
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Picarelli tem como concorrente dentro do PSDB o deputado Beto Pereira, que também trabalha para convencer os colegas de que o partido deveria eleger o presidente, visto que tem a maior bancada da Casa.



