Em uma reunião no Rio de Janeiro nesta terça-feira (30), o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL) tratou de medidas de transição de governo e conversou com sua equipe sobre a fusão de ministérios.
Após o fim do encontro, em entrevista à imprensa, os futuro ministros da Economia, Paulo Guedes, e da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, comentaram sobre a fusão entre os ministérios da Agricultura e Meio Ambiente, negando que Bolsonaro teria recuado em realizar essa fusão. Durante seu discurso, Lorenzoni citou Mato Grosso do Sul, ao argumentar a medida. “O presidente não recuou em nada. Assim como já têm uma experiência de alguns anos no estado de Mato Grosso do Sul, e em alguns lugares do mundo, a agricultura e o meio ambiente (vão trabalhar) de mãos dadas… É isso! Um ministério só”, afirmou o futuro ministro.
No MS, a Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), estabelece o planejamento e a supervisão das ações relativas ao meio ambiente e aos recursos naturais; a orientação da iniciativa privada sobre a política econômica e de incentivos fiscais do Estado; a assistência à atividade empresarial de comércio interno e externo; a execução da política estadual de desenvolvimento regional, com serviços, atividades e obras; e a promoção, a coordenação de programas especiais e de fomento para o desenvolvimento de atividades e pesquisas na agropecuária. A secretaria, criada em 2017, sendo originada da antiga Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico.
Além da fusão dos ministérios do Meio Ambiente e da Agricultura, o plano de governo de Bolsonaro pretende unificar as pastas da Fazenda, do Planejamento e da Indústria e Comércio, criando um superministério da Economia.


