No encontro para o lançamento de obras e ações bilionárias do Governo do Estado, também não faltaram ricas declarações e pérolas do cenário político de Mato Grosso do Sul. Deputados federais, estaduais, senadores, vereadores, secretários de Estado, prefeitos, entre outros personagens lotaram o Clube Estoril, na noite de ontem (15), para o lançamento do MS Forte 2, pacote de R$ 3,6 bilhões, com ações nos 79 municípios do Estado.
O evento reuniu prefeitos do interior de diferentes siglas partidárias, beneficiados com o “pacotão”, mas no âmbito do legislativo estadual, o governador nominou a ausência dos deputados petistas Pedro Kemp, Amarildo Cruz, Cabo Almi, entre outros. De acordo com o governador, o senador Delcídio do Amaral, que também não foi, justificou a ausência.
No entendimento do chefe do Executivo Estadual, o MS Forte 2 é um legado para o Estado e seus representantes, de todas as esferas, deveriam estar presentes, uma vez que Mato Grosso do Sul e os sul-mato-grossenses são os beneficiados.
O planejamento de investimentos do governo foi dividido em três frentes: desenvolvimento social – R$ 1.442 bilhão, que corresponde a quase 40% dos investimentos -; produção e desenvolvimento sustentável – R$ 706 milhões, quase 20% - e infraestrutura e logística – R$ 1,4 bilhão, cerca de 40% do total de investimentos.
Um dos pontos destacados pelas autoridades políticas é o volume do aporte de recursos, o maior da história do Estado, superando o recorde anterior, do próprio governador, o MS Forte 1, lançado em 2 de outubro de 2009, com outros R$ 3 bilhões, investidos em transporte, integração, saúde e habitação. Quatro anos depois, o MS Forte 2 traz mais de R$ 3,6 bilhões, dos quais 69% dos recursos são do próprio cofre do governo do Estado. O Governo Federal completa o montante com os outros 31%.
