A vice-governadora Simone Tebet (PMDB) explicou que a nomeação do deputado federal Edson Giroto (PMDB) para retornar à Secretaria de Obras é garantir a execução e conclusão de projetos de infraestrutura para os próximos dois anos de governo de André Puccinelli.
Segundo Simone, Giroto foi o principal articulador junto ao Governo Federal para a liberação de recursos do Banco Nacional do Desenvolvimento para os projetos do BNDES Estados, que garantiu ao Mato Grosso do Sul financiamento de R$ 733,5 milhões.
“Esse recurso corresponde a um montante de obras de R$ 1,2 bilhão que pretendemos concluir até o final do mandato do governador André e falamos com o Giroto para ver se ele concordava em comandar a execução. Temos prazos a cumprir e achamos que ele é a pessoa ideal para esse desafio”, disse Simone.
Questionada se o atual secretário de Obras, Wilson Cabral, não estava apto para tal tarefa, Simone quis deixar claro que ele também ajudou na articulação do recurso junto com o secretário de Planejamento, Carlos Alberto Negreiros e também fará parte do processo.
“Ele nunca quis ser secretário, na verdade ele é um técnico que estava secretário por livre e espontânea pressão”, brincou a vice-governadora em evento na Governadoria nesta quarta-feira (3).
Presente na agenda pública, André Puccinelli fugiu às perguntas dos jornalistas, alegando que Simone seria sua porta-voz e se bastou a dizer que Giroto ficará quanto tempo for necessário para exercer a função para qual foi destinado.
Apesar de Simone enfatizar que o interesse do Governo com a retomada de Giroto para a Secretaria de Obras foi “única e exclusivamente administrativa”, agora os três “pupilos” de Puccinelli – Simone, Giroto e
