Diogo Ferreira, chefe de gabinete do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), falou o nome do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), no depoimento que prestou à Polícia Federal quando foi preso pela Operação Lava Jato acusado de tentar atrapalhar as investigações do esquema de corrupção que atuava na Petrobras.
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Delegados da PF questionaram o chefe de gabinete sobre papéis apreendidos na residência do assessor e no gabinete do senador do PT.
O documento que chamou a atenção dos investigadores é a anotação investigada pela Procuradoria Geral da República que levou o Supremo Tribunal Federal (STF) a decretar a prisão preventiva de Diogo Ferreira e do banqueiro André Esteves, dono do banco BTG Pactual.
Policiais questionaram ao chefe de gabinete sobre a anotação, Ferreira respondeu que Delcídio havia entregue o bilhete para ele no início de novembro “registrando o compromisso de falar com Renan Calheiros”. Não foi informado se o encontro realmente aconteceu.

