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Política Quarta-feira, 31 de Agosto de 2022, 17:53 - A | A

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Eleições 2022

Eduardo Riedel presidiu o Prosseguir e articulou o combate à Covid-19 em MS

Candidato participou do combate à pandemia

Iury de Oliveira
Capital News

Assessoria

Eduardo Riedel presidiu o Prosseguir e articulou o combate à Covid-19 em MS

Eduardo Riedel

Em junho de 2020, o Governo do Estado do Mato Grosso do Sul, com o apoio técnico da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS/OMS, criou o Programa de Saúde e Segurança na Economia (PROSSEGUIR), com o objetivo de estruturar um método baseado em dados, informações e indicadores capazes de nortear os diversos agentes da sociedade, principalmente os entes públicos, a tomarem suas decisões e tornarem suas ações mais eficientes no combate à propagação e aos impactos da COVID-19 em nosso Estado. E o homem escolhido para comandar este processo foi Eduardo Riedel. 

 

“Foi um desafio de proporções enormes. Estávamos todos tateando em relação A COVID-19. Muitas informações errôneas, muita dúvida. Mas, nos cercamos do que havia melhor na ciência, do que havia de melhor nos recursos humanos de nossa saúde pública, e conseguimos estabelecer políticas de ação que transformaram Mato Grosso do Sul em um exemplo para o país”, relembrou Riedel.

 

Entre 2020 e julho de 2022, o Estado investiu mais de R$ 591 milhões no enfrentamento à COVID-19, dos quais R$ 409,245 (69,1% do total) foram realizados com recursos do próprio estado e os demais R$ 182,584 milhões com recursos de fontes externas (30,9% do total). Para se ter uma dimensão do desafio, este valor representa 12% de todo o montante aplicado no mesmo período para a área de Saúde pelo Governo do Mato Grosso do Sul.

 

O gasto total por habitante entre 2020 e 07/2022 somente no combate à COVID-19 foi de R$ 208,45, considerando ser a população do Estado de 2,839 mil pessoas, em 31/12/2021, conforme estimativa do IBGE. Nesse mesmo período, o volume de recursos repassado pelo Estado do MS ao município de Campo Grande para o enfrentamento à COVID-19 foi de R$ 67,862 milhões. Este valor está inserido no total de gastos de 591,8 milhões, representando 11,5% dele. Portanto, do total repassado aos 79 municípios no período – mais de R$ 139 milhões – a parcela destinada somente a Campo Grande foi de quase 49% do total.

 

“Olhamos para todo o Estado, para todos os municípios, para Campo Grande, neste desafio de enfrentar a COVID-19 e de dar aos nossos conterrâneos forças para encarar esta crise”, disse Riedel.

 

Além das medidas sanitárias tomadas para conter o avanço da pandemia, associada ao controle da economia, Eduardo Riedel também capitaneou ações para dar alento às dificuldades dos segmentos mais afetados pela crise (como setor turístico, de bares e restaurantes e cultural). 

 

No total foram injetados R$ 763 milhões em três eixos - auxílio financeiro, medidas fiscais e microcrédito orientado. Para o setor turístico foi oferecido auxílio emergencial para trabalhadores deste segmento, isenção ou redução da alíquota de ICMS e isenção do IPVA, além de editais de inovação e promoção de eventos no valor de R$ 4 milhões, e linhas de microcrédito com juro zero. 

 

Para o setor cultural, além do auxílio emergencial no valor total de R$ 24 mi, um pacote de investimentos de R$ 21 milhões do FIC; mais R$ 15 milhões em festivais novos e tradicionais; e R$ 18,65 milhões em obras de reformas do patrimônio cultural.

 

E por meio do Mais Social, dezenas de milhares de famílias estão sendo contempladas com o cartão alimentação de R$ 300,00 mensais. “É o mínimo que poderíamos fazer para dar conforto a quem tanto sofreu com a pandemia. Mas isso só foi possível pois havíamos equilibrado as contas do Estado, tornando-o um dos mais enxutos do país”, afirmou Riedel.

 

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