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Política Quarta-feira, 02 de Janeiro de 2013, 12:00 - A | A

Quarta-feira, 02 de Janeiro de 2013, 12h:00 - A | A

Desafeto de André, secretário Semy Ferraz acredita que não terá problema com o Governo

Aliny Mary Dias e Paulo Fernandes - Capital News (www.capitalnews.com.br)

O novo secretário de Obras e ex-deputado estadual, Semy Ferraz, disse após reunião com o prefeito na manhã desta quarta-feira (2), esperar não ter problemas de relacionamentos com o governador André Puccinelli.

Semy era forte opositor de Puccinelli na Assembleia Legislativa e não foi reeleito em 2006, quando a Polícia Federal deflagrou a Operação Vintém. Na época, o filho do governador, André Puccinelli Júnior, apareceu como suspeito de implantar provas contra o então deputado.

O secretário afirmou que os conflitos com o governador não irão atrapalhar na administração de Campo Grande.

“Eu entendo que não atrapalha em nada porque eu fui a vítima. O que eu tinha que fazer eu já fiz, que foi entrar na Justiça”, disse Semy.

Para o secretário, a boa relação com o secretário de Obras de Mato Grosso do Sul, Wilson Cabral, facilitará o trabalho na capital.

A opinião do Governador

Enquanto acompanhava a votação da nova mesa diretora da Câmara Municipal de Campo Grande, na noite de ontem (1º), André Puccinelli disse não terá problema de relacionamento com o secretário.

“Sempre estive aberto aos 78 prefeitos. Ninguém brigou comigo com exceção do Ruiter Cunha [então prefeito de Corumbá], mas depois fizemos as pazes. Sempre recebi e ajudei os prefeitos petistas de todas as cidades”.

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Foto: Deurico/CapitalNews

O governador disse ainda que as questões políticas e partidárias serão deixadas de lado.

Três funções

O ex-deputado acumula três funções na nova administração: secretário de Infraestrutura, Transporte e Habitação, secretário de Obras e diretor da Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran).

Semy disse que daqui três ou quatro dias deve assumir somente a Secretaria de Obras. Questionado sobre a dificuldade de assumir os três postos, Semy afirmou não ter problema.

“No começo a prioridade é a integração, então não é ruim. Eu acho que facilita o trabalho”, declarou.

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