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Política Quinta-feira, 11 de Junho de 2015, 12:47 - A | A

Quinta-feira, 11 de Junho de 2015, 12h:47 - A | A

Votação

Comissão processante fica para dia 16 e oposição aproveita para intensificar diálogo com vereadores

Taciane Peres
Capital News

Taciane Peres

Plenario Câmara de Campo Grande

Câmara vota na próxima terça-feira (16) abertura ou não de comissão processante

Próxima terça-feira, 16 de junho. Essa é a data que ficou definida para a votação da abertura de uma Comissão Processante contra o prefeito de Campo Grande, Gilmar Olarte (PP) na Câmara Municipal. Enquanto a oposição aguarda um parecer jurídico da procuradoria a respeito do número de quórum para a votação, o vereador Alex do PT, um dos membros oposicionistas ao prefeito, comentou sobre as expectativas da comissão.

 

“Estamos fazendo a nossa parte. O trabalho e o diálogo com os vereadores desta casa estão muito intensos e vamos usar esse tempo para conversar ainda mais. Campo Grande precisa disso e a resposta não é somente da oposição, e sim da opinião pública, a população espera uma resposta e é isso que queremos também”, diz o vereador.


Na última quarta-feira (10) o prefeito Gilmar Olarte participou do lançamento do programa de gerenciamento (Gesol) e comentou sobre uma possível abertura de uma comissão processante, mostrando tranquilidade. “Avalio o trabalho da oposição com muita tranquilidade. Eu acho que a oposição está fazendo o papel dos vereadores dentro da sua pluralidade, cada um tem em si o seu conteúdo, a sua maneira de ser e cada um dá aquilo que tem. Tem um grande grupo de vereadores que quer harmonia, que quer a paz, que quer o bem da cidade e quer o desenvolvimento, quer ver o povo feliz, quer ver a coisa andar. Agora tem um grupo menor que faz o seu papel, só que a oposição ao invés de ser propositiva é uma oposição raivosa e ofensiva e essa oposição não contribui com Campo Grande”, disse Olarte.


Na próxima segunda-feira (15) será realizada uma coletiva para a imprensa em relação aos trabalhos da oposição em relação à abertura da comissão processante que tenta articular na casa a redução do quórum necessário para a abertura da comissão. Na situação, 20 votos são defendidos pela procuradoria jurídica da Câmara, enquanto a oposição julga necessário apenas 15 votos, usando como exemplo outras regiões do país que tiveram posiçao favorável juridicamente para dar continuidade ao procedimento.

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