Os candidatos ao Governo de Mato Grosso do Sul declararam à Justiça Eleitoral mais de R$ 8,1 milhões em despesas de campanha, conforme os dados disponíveis nas prestações de contas das candidaturas para as Eleições 2026.
Delcídio Amaral (PRD) declarou ter recebido R$ 156,4 mil, sendo R$ 146,2 mil do diretório estadual do partido e R$ 10,1 mil em doação.
Segundo a prestação de contas, foram declarados R$ 171,1 mil em despesas, sendo R$ 51 mil com serviços prestados por terceiros; R$ 40 mil com serviços contábeis; R$ 30 mil com serviços advocatícios; R$ 25 mil com despesas de pessoal; R$ 15 mil em serviços próprios prestados por terceiros; e R$ 10,1 mil com impulsionamento de conteúdo nas redes sociais. A atualização mais recente informada no texto é de 21 de setembro.
A campanha de Eduardo Riedel (PP) informou R$ 3,1 milhões em receitas. Desse total, R$ 1,3 milhão veio do diretório nacional do PP; R$ 515 mil, do diretório estadual do PP; R$ 500 mil, do diretório nacional do Cidadania; e R$ 22,5 mil, do diretório estadual do PL. Outros R$ 710,5 mil correspondem a doações.
As despesas declaradas somam R$ 4,8 milhões. Entre os principais gastos estão R$ 1,4 milhão com impulsionamento de conteúdo nas redes sociais; R$ 1 milhão com serviços advocatícios; R$ 742 mil em atividades de militância e mobilização; R$ 538 mil em produção de programas de rádio, televisão e vídeo; e R$ 250 mil em serviços contábeis. A atualização mais recente foi enviada na sexta-feira (25).
Já Fábio Trad (PT) declarou R$ 3,7 milhões em receitas, sendo a maior parte proveniente de repasse do diretório nacional do PT. O candidato também declarou uma doação de R$ 5 mil com recursos próprios, além de outras doações de menor valor.
As despesas somam R$ 3,1 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão e vídeo (R$ 2,2 milhões); serviços advocatícios (R$ 225 mil); serviços próprios prestados por terceiros (R$ 146 mil); serviços contábeis (R$ 125 mil); e publicidade por adesivos (R$ 94,3 mil). A declaração mais recente é de 13 de setembro.
João Henrique Catan (Novo) informou R$ 151,4 mil em receitas. Desse total, R$ 33,1 mil foram repassados pela direção nacional do Novo; R$ 12 mil foram recursos próprios do candidato; R$ 35 mil foram repassados pelo candidato a vice-governador, Antônio João Jacintho; e R$ 16 mil vieram de plataforma de financiamento coletivo. O restante corresponde a doações de pessoas físicas.
O candidato declarou ainda R$ 195,1 mil em despesas, concentradas em serviços prestados por terceiros (R$ 71,4 mil); serviços contábeis (R$ 55 mil); publicidade por materiais impressos (R$ 37,6 mil); locação e/ou cessão de imóveis (R$ 12,7 mil); e impulsionamento de conteúdo nas redes sociais (R$ 9,3 mil). A última prestação parcial de contas informada no texto é de sexta-feira.
Lucien Rezende (PSOL) informou apenas R$ 100 mil em receitas, referentes a um repasse da direção nacional do PSOL. Até a data indicada, não havia declarado despesas. A declaração é de 20 de setembro.
Daniel Lemes (PCO), Jeferson Bezerra (Agir) e Renato Gomes (DC) não declararam receitas ou despesas.
As receitas das campanhas podem ser provenientes de repasses partidários, recursos próprios, doações de terceiros e financiamento coletivo. Os dados de arrecadação e gastos das candidaturas podem ser consultados no DivulgaCandContas, sistema disponibilizado pela Justiça Eleitoral.
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