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Interior Quarta-feira, 16 de Janeiro de 2013, 15:30 - A | A

Quarta-feira, 16 de Janeiro de 2013, 15h:30 - A | A

Fetagri critica morosidade de Incra-MS; Instituto nega situação

Fernanda Kintschner - Capital News (www.capitalnews.com.br)

A Federação dos Trabalhadores na Agricultura de Mato Grosso do Sul (Fetagri) divulgou que está descontente com a atuação do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) no Estado, na promoção da reforma agrária.

Para o presidente da Fetagri, Geraldo Teixeira de Almeida, a tentativa de retirar milhares de famílias de áreas de assentamento é uma maneira de justificar a inércia do Instituto há quase três anos no Estado.

Segundo também afirmou via assessoria de imprensa, Geraldo não admite a retirada de famílias que estão “enraizadas nos assentamentos, algumas há mais de 10 anos”. O presidente ainda disse que é preciso novas áreas para a reforma agrária.

“Nos últimos anos o Incra não desapropriou absolutamente nenhum pedaço de terra em Mato Grosso do Sul para assentar novas famílias”, comentou o líder sindical.

O outro lado

A assessoria do Incra-MS informou com exclusividade ao Capital News que desde 1984, quando iniciou o trabalho de reforma agrária no Estado, mais 30 mil famílias já foram assentadas entre os 180 assentamentos de Mato Grosso do Sul.

Os assentados pelo Incra, chamados de primitivos, ficam dez anos sem pagar nada pela terra. Após este período, conseguem sua documentação de posse e ainda tem mais 20 anos para pagar a terra, sendo possível vendê-la após este período.

Porém, ainda de acordo com a assessoria, os primitivos que vendem, arrendam ou cometem infrações graves a essa terra antes desse prazo são indiciados e perdem o direito sobre a terra que ganharam, além de perderem créditos nos bancos, por exemplo, pois o ato é entendido como golpe.

E são aos ocupantes destas situações supracitadas que estão sendo movidas ações de despejo. De outubro de 2012 até neste mês, o Incra-MS afirma ter vistoriado 14 mil lotes de assentados pelo Instituto, em 13 assentamentos do Estado. Esta atividade rendeu 296 ações de despejo a famílias em situação irregular.

Destas ações, a Justiça autorizou o despejo de 56 famílias, porém 39 delas, ocupantes na Fazenda Santo Antônio em Itaquiraí (MS), ainda resistem à ação e logo serão retiradas por força policial já autorizada pela Justiça. Segundo informou o Incra, as famílias ainda não foram despejadas devido a Polícia Federal não ter conseguido uma data em que terá contingente o suficiente disponível para a ação.

Ao desapropriar estas famílias, novas famílias que estão na fila de espera por um pedaço de terra serão assentadas, pela reforma agrária promovida pelo Instituto.

Mais informações sobre a atuação do Incra você encontra em www.incra.gov.br ou pela unidade em Campo Grande pelo telefone (67) 3320-3800.

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deuza 20/01/2013

o que me deicha triste e que essas pessoas que compraro os lotes foram enganadas eu acredito porque eu mesma sendo lider mais muito inesperiente acreditei ne uma pessoa que fais parte de um sindicato ela falo que se eu desse sete mil para arumar as documentacao eu entraria na retomada pois a sem esse dinheiro ninguem consegueria retomada eu estando moranmdo na veira da estrada arumei o dinheiro emprestado e dei quando descobri que fui enganada denunsiei em todo lugar o meu sindicato me trato mau quando pedi para afastar a fulana e mando eu procura os meus direitos pois eles procurariam o direito deles e parese que quem erro foi eu essas pessoas que compraro concerteza acreditaram igual eu e por serem corretas acreditaro e muitas vendero sua casa seu carro deveriam ter uma chanse no meu caso n cheguei a pegar graças a deus se n estaria sendo dispejada e acreditem n queria passar na frente de ninguem eu so acreditei q tinha q pagar para arrumar papeis e isso acontece tanto q apessoa q me inganou continua inganado outras pessoas

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